quarta-feira, 17 de março de 2010
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poema da poluição
No fumo do lixo ardente
No cheiro do alcatrão
Nas dejectas de lata e plástico
Nos jornais amarrotados
Nas barracas sobre a encosta
Na estrutura de betão
Sobre o gasóleo e a tristeza
Sobre a grande poluição
Onde nem folha ou erva cresce
Seco duro estéril tempo
No cheiro do alcatrão
Nas dejectas de lata e plástico
Nos jornais amarrotados
Nas barracas sobre a encosta
Na estrutura de betão
Sobre o gasóleo e a tristeza
Sobre a grande poluição
Onde nem folha ou erva cresce
Seco duro estéril tempo

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